A resposta curta: na Céres Hub, a partir de R$ 800. A resposta útil é entender o que move esse número, porque é aí que as propostas de agências deixam de ser comparáveis.
Publicamos o valor de propósito. Quase nenhuma agência da região faz isso, e o motivo é compreensível — o preço varia mesmo. Mas “sob consulta” empurra para você o custo de descobrir se aquilo cabe no seu bolso, e isso só se resolve depois de duas reuniões. Preferimos que você saiba a ordem de grandeza antes de gastar seu tempo.
O que faz o preço subir
Quatro coisas, em ordem de impacto:
1. Número de páginas. Uma landing page única custa menos que um site institucional de seis páginas. Não é proporcional — a segunda página custa bem menos que a primeira, porque a identidade visual e a estrutura já existem —, mas cresce.
2. Integrações. WhatsApp e redes sociais entram em qualquer projeto. Já formulário com envio para e-mail, catálogo de produtos, agendamento, área de login ou pagamento online mudam de patamar, porque deixam de ser um site e viram um sistema.
3. Conteúdo. Se você já tem textos, fotos e logotipo, começamos direto. Se o material precisa ser produzido ou reescrito, é trabalho a mais no orçamento.
4. Painel de edição. Você querer trocar textos e fotos sozinho, sem chamar ninguém, é um requisito legítimo — e acrescenta uma camada ao projeto.
O que costuma ficar de fora
É aqui que orçamentos parecidos escondem diferenças grandes. Confira sempre se a proposta inclui:
- O domínio (o
.com.br) — tem custo anual próprio, pago ao registro.br, e precisa ser renovado. - A hospedagem — onde o site fica no ar.
- Manutenção depois do lançamento — atualizações, backup, monitoramento.
- E-mail profissional no seu domínio.
- Ajustes após a entrega — quantas rodadas de revisão estão incluídas?
Uma proposta de R$ 600 sem domínio, sem hospedagem e sem suporte não é mais barata que uma de R$ 900 com tudo incluso. É só uma proposta incompleta.
Sinais de alerta num orçamento muito baixo
Site muito barato costuma sair caro por um destes caminhos:
- Template genérico sem adaptação. Você paga por um layout que outras vinte empresas usam, com as fotos trocadas.
- Site que não abre bem no celular. Mais da metade das visitas vem de telefone. Se quebra no mobile, o site não trabalha para você.
- Sem entrega do domínio no seu nome. Se o domínio for registrado no nome da agência, você fica refém. Exija que o titular seja você ou a sua empresa.
- Nada de SEO técnico. Um site invisível no Google é um panfleto caro.
- Sem contrato escrito com escopo, prazo e o que acontece se algo atrasar.
Como funciona aqui
O orçamento fechado sai depois da reunião de descoberta — uma conversa sobre o negócio, o público e os objetivos. Antes disso, qualquer número seria chute, e chute vira briga no meio do projeto.
Da descoberta em diante, o prazo é de 30 dias até o lançamento, passando por arquitetura e design, desenvolvimento com feedbacks e publicação. O processo completo está descrito na página sobre a Céres Hub.
Vale a pena para o seu caso?
Um site faz sentido quando você precisa de algo que a rede social não entrega: aparecer no Google quando alguém procura o seu serviço, ter um endereço que é seu, apresentar preços e catálogo com calma, passar credibilidade para quem nunca ouviu falar de você.
Se a sua dúvida é justamente essa, vale ler site próprio ou só Instagram antes de pedir orçamento.
Quer conversar sobre o seu caso? A Céres Hub cria sites em Campo Grande, MS, a partir de R$ 800, com entrega em 30 dias — e atende remotamente o resto do Brasil. Fale com a gente.